quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Site do programa Argumentos TV - retorna ao ar - para interessados.




ACESSE O SITE - CLIQUE AQUI OU NA IMAGEM


O site do programa ARGUMENTOS - TV SANTA MARIA - Canal 19 da NET (www.smargumentos.com.brestava fora do ar por um problema de programação interna que levaria algum tempo para ser sanada.

Em virtude de diversos outras atividades, a equipe do Programa só conseguiu ajustar agora.

Ele está de novo no AR, com inúmeras entrevistas que rodaram na TV. Lá o leitor/telespectador terá a oportunidade de assistir debates interessantes com diversas pautas, variadas autoridades e intelectuais.

Cabe ressaltar que o site ainda não está com as entrevistas atualizadas, pois ainda estamos lançando os programas de Julho de 2015. Logo estará em dia!

Programa Argumentos - mais de um ano debatendo educação, literatura, cultura e assuntos da atualidade.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Coronel Airton Gazzana lança livro de crônicas

Coronel Gazzana (esquerda) e o 
Tadeu Martins (Presidente da Academia Santiaguense de Letras)

O Coronel da reserva Airton Gazzana publicou um livro crônicas, denominado "Sobrevivendo na Face Obscura da Vida". A obra lança diversas passagens da vida do militar, que foi Chefe do Estado-Maior do Comando da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada de Santiago, nos anos de 2010 e 2011.

No livro, o leitor terá contato com a vivência nacional, um dos requisitos da vida militar, onde o Coronel Gazzana conta sobre suas passagens pela Amazônia, Distrito Federal, Sul, Sudeste, Nordeste, entre outros.

Em Santiago o leitor poderá encontrar o livro na Livraria & Café Inove
Em Santa Maria, está a venda na Livraria da Mente.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Artigo do Jornal Expresso Ilustrado - 18 de dezembro de 2015 - Santiago: da coxilha ao boqueirão



Santiago: da coxilha ao boqueirão

Era uma vez uma grande cidade. A sua importância não era medida pela quantidade de habitantes, ou por extensão territorial. A relevância, de suas terras e de seu povo, residia na quantidade de adjetivos que ela possuía. A sua força telúrica, nativa, estava na paixão adjetivada. Aliás, os adjetivos são essenciais! Alguns escritores têm pavor dessa classe gramatical, por pensarem no rebuscamento de sua função. Contudo, vejo os adjetivos com muito carinho, pois caracterizam as coisas. Eles poetizam a amargura da vida real e escondem – ou mostram – todos os nossos defeitos. Os poetas adjetivam o mundo! Por falar nisso, a amada “Terra dos Poetas”, que se estende por sobre uma coxilha, oriunda de um boqueirão, surge como uma imensa folha de papel, cheia de códigos e símbolos. Ela está versificada em casebres misteriosos, em ‘cantares e ares’; em apartamentos taciturnos, nos prédios medianos. Santiago está em entidades já criadas e nas que ora surgem, enaltecidas pelo objetivo institucional; está, também, nas ruas de paralelepípedos azuis ou nas praças verdejantes; Santiago do Boqueirão possui ‘gente e legendas”, uma relíquia nas pessoas. Está em tudo, nas entrelinhas... Santiago, adjetivamos-te! Aos escritores que não gostam de caracterizar, colocar defeitos ou qualidade, respeito a postura. Todavia, a rapidez da vida que passa, não nos deixa somente substantivar os sonhos, atributo para mestres como João Cabral de Melo Neto e outros ‘engenheiros da palavra’. Para mim, por exemplo, Santiago não passa de um mero adjetivo: imensurável. Afinal, a leveza da criança nunca será a própria criança. 

sábado, 19 de dezembro de 2015

Artigo do Jornal A Razão - 18 de dezembro de 2015 - De meu apartamento, uma Medianeira



De meu apartamento, uma Medianeira
Para a professora e escritora Lígia Militz da Costa
Giovani Pasini (professor e escritor)
E-mail: professorpasini@gmail.com

De meu apartamento ouço, por entre prédios e casas, o barulho intenso da Avenida Medianeira. Ela, tanto quanto o nosso corpo, de manhã e de tarde permanece rumorosa; de noite se acalma, em marcha lenta e sonambulismo senil.
Ah! A Medianeira...Com suas igrejas de Dores e esperanças; local de peregrinações em que espíritos se esquecem de rancores, transformam minutos em séculos e suavizam lágrimas de memórias. Ah! A Medianeira... Com seus mercados, shoppings, rotatórias, postos de combustível e padarias de guloseimas. Ah! A Medianeira... A alameda santeira, dos parques que circulamos, que subimos ou descemos em exercícios ineficazes, na companhia de um templo ou do imaginário Itaimbé (de onde Imembuí encantou todas as estrelas).
Algumas vezes me pergunto: como uma pavimentação dura pode aparentar possuir uma alma tão sensível? Será que posso responder? Não sei. Não sei. Mas me arrisco, nessa imperfeição que são as letras: códigos e símbolos que reduzem o que sonhamos.
Ela, essa linda serpente asfáltica, torna-se carinhosa em nossas idas e vindas, quando vemos pedras e gramíneas, razão apenas que serve de bom pretexto para permanecermos vivos, na eterna briga contra a opressão temporal e biológica. Isso mesmo! Uma pedrinha disforme, caída numa calçada da Avenida Nossa Senhora de Medianeira, já reforça a beleza da vida, contrariamente aos problemas, opondo-se às imperfeições.
A larga Medianeira... Aquela paralela a outra bela!
De meu apartamento, ela se transforma em uma ponte barulhenta, que interliga Santa Maria a diversos municípios. Conexão mental, ilusória, mas que encurta distâncias e aproxima sensações. Ah! Essa formosa avenida... De corpo esguio e trejeitos charmosos, que inebria os viajantes: os que chegaram para ficar e os que passaram para permanecer.
Digam o que quiserem, autores, feitores, ou beija-flores. A vida – aquela que é real – é constituída nos batimentos de um coração figurado e, também, na vivência emotiva dos instantes, aqueles que serão perenes, mesmo quando a carne e os ossos não mais existirem.
Ah! Capilar Medianeira que parece engolir o mundo! Desculpe-me a imperfeição desta prosa poética, uma crônica imigrante. Saiba que você, neste instante, – superior a qualquer rima ou verso – tornou-se amante transcendente a qualquer amada! Já está encravada, nessa alma errante. Foi magia; fez-se fada.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Mensagem da Jacira Pedroso - sobre o Curso intensivo de Cultura e História Literária




Recebi, por e-mail, a mensagem abaixo, da colega Jacira, da Casa do Poeta de Santa Maria. Para quem ama a docência e a Literatura Brasileira, não tem como escapar de ficar emocionado. Obrigado Jacira! Pela gentileza e pelo reconhecimento! Fraterno abraço.

**********
Olá, professor Giovani!

Espero que esteja tudo bem nesse final de ano.

Eu sou a Jacira, da Casa do Poeta e tua aluna no Curso de Cultura e História Literária.
Senti muitíssimo não poder concluir o curso devido ao acidente sofrido dia 02/12.
Estou até agora sem poder caminhar, mas já em franca recuperação ( graças a Deus! ).

É raro e maravilhoso ver um professor tão dedicado e apaixonado pelo que faz!
Agradeço a Deus por estares entre nós!

Desejo que tenhas um lindo Natal junto a teus familiares e um excelente Ano Nov
com muita paz, harmonia,saúde e alegrias.
Que Jesus te ilumine sempre!

Grande abraço

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Artigo Jornal Expresso Ilustrado - 11 de de dezembro de 2015 - Falar mal é uma arte (parte 2)


Falar mal é uma arte (Parte 2)

Recebi alguns comentários sobre o artigo “Falar mal é uma arte”. Um dizia: O escritor e professor Giovani Pasini falou sobre a arte da fofoca usando sua coluna do Expresso. Abordou a necessidade que muitos têm de propagar algo mentiroso ou sobre o qual não têm certeza. Essa “arte” faz parte da vivência humana, como bem argumentou o colunista. No entanto, ele esqueceu de mencionar que há uma maneira de saber se o seu “amigo” fala mal de ti. É só ouvi-lo. Caso ele fale mal de duas ou três pessoas em menos de uma hora, não restará dúvida: falará mal de você também. Como ensinou o filósofo Platão: “Pessoas normais falam sobre coisas; pessoas inteligentes falam sobre ideias; pessoas mesquinhas falam sobre pessoas”.


A realidade é que (se formos verdadeiros) todos nós falamos mal dos outros. (Vírgula) Todos nós, adultos. Esse péssimo hábito é inexistente entre as crianças. Mas, se todos nós falamos mal, qual a diferença entre um cidadão ilibado e o ‘mentiroso profissional’? Chama-se péssimo hábito; ou seja, a quantidade de vezes que se pratica a falácia, principalmente em casos que você não está emocionalmente envolvido. Concordo com o leitor: indivíduos que nutrem o ‘vício’ de fofocar também o farão com você. Até mesmo pelo fato de que todos somos imperfeitos. Portanto, se formos mal-intencionados, não será difícil acharmos falhas nos ‘amigos’. Nisso (quem sou eu!), discordo de Platão: os inteligentes falam menos de pessoas e mais de ideias. Final de ano. É tempo de (virar-se) para si; buscar mais soluções e menos problemas.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Artigo Jornal A RAZÃO - Que país é esse? - 11 de dezembro de 2015



Que país é esse?
Dedicado aos 'velhos' e aos novos fãs do Legião Urbana

Giovani Pasini (professor e escritor)
E-mail: professorpasini@gmail.com

"Nas favelas, no Senado, sujeira pra todo lado, ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação!"
Há cerca de trinta anos, o cantor e compositor Renato Russo criava uma de sua letras mais importantes: "Que país é esse?". Uma literatura do passado, ainda muito atual.
Na quarta passada, a população de Santa Maria que foi até a UFSM conseguiu reviver o sonho de ter a presença daquele grupo Punk, do Planalto Central.
Na minha opinião, o  vocalista convidado, André Frateschi, surpreendeu positivamente ao conduzir a sua apresentação com uma qualidade ímpar. Ele se colocou - nem abaixo, nem acima - de Renato Russo. O vocalista, acompanhando de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, muito respeitosamente, ficou ladeado do inigualável Renato Russo.
Digo isso, pois a maestria da apresentação fez com que a plateia, na sua maioria, fosse ao delírio. Nós, uma geração Coca-Cola quase ultrapassada, ainda consegue explodir com aquela arte idealista (mais que ideológica), do grupo que produziu músicas que nos faziam sonhar com a modificação de nosso país.
A realidade é que cerca de trinta anos depois, o "Brasil ainda vai ficar rico, vamos faturar um milhão, quando vendermos todas as almas, dos nossos índios num leilão!".
Como acrescentou o Dado, durante o show desta semana: "O nosso ideal era que o Brasil suplantasse essa música, quando a construímos". Numa nação assoberbada de pessoas buscando tirar vantagens indevidas, principalmente os de maior influência e poder, infelizmente, ainda estamos com "sujeira para todo lado", num jogo de forças, em grupos antagônicos, que visualizam unicamente a obtenção ou manutenção do poder.
Caro leitor, nesse mundo opressor, a arte serve de uma fuga para a realidade atroz. Não uma escapatória covarde, mas uma libertação do que é efêmero. Afinal, os politiqueiros do Brasil e do mundo já estão mortos, sem saber, com os corpos em lenta putrefação. Para nós, vivos, só resta ficar sem a voz, de tanto gritar com o coração.
"Tenho andado distraído, impaciente e indeciso e ainda estou confuso, só que agora é diferente, estou tão tranquilo e tão contente... Quantas chances desperdicei quando o que eu mais queria era provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém..."
O Legião Urbana voltou.
O mundo não está mais perdido. Nem o tempo. Tempo perdido.


Artigo do Jornal Expresso Ilustrado - 04 de dezembro de 2015 - Academias de Letras


Academias de Letras


Hábitos positivos conduzem a uma cultura espiritualmente favorável. Costumes individuais, que se tornam coletivos, modificam condutas e refletem na tradição de um povo. Um pouco distante de Santiago, meu município de nascimento, acompanho – efusivo – o sensível avanço cultural de nossos conterrâneos. Dia desses, na reunião da Academia Santa-Mariense de Letras (ASL), tivemos a presença do ilustre Tadeu Martins. Ele realizou a entrega de um convite, em nome dos novos acadêmicos de Santiago, para que nós de Santa Maria fossemos à fundação da Academia da “Terra dos Poetas”. A diretoria da ASL ficou lisonjeada com o convite, principalmente pelo laço fraterno de parceria literária que ora se cria. 

O resultado é que o Presidente da Academia daqui, João Marcos Adede y Castro, acompanhado de uma belíssima representação de acadêmicos, estará presente na fundação da Academia Santiaguense de Letras, no dia 17 de dezembro de 2015, às 20h, no auditório do Centro Empresarial de Santiago. Estamos organizando uma caravana de escritores, do “Coração do Rio Grande”, com grande felicidade e honra. Santiago dá mais um passo em direção a dignificar o epíteto de que tanto se orgulha; o nosso município cria mais uma entidade que irá contribuir para perenizar a literatura de expoentes como Aureliano de Figueiredo Pinto, Caio Fernando Abreu, Adelmo Simas Genro, Túlio Piva e tantos outros imortais. Que a explosão de símbolos, letras, códigos, significados continue a edificar tantos sonhos. Afinal, a nossa carne é perecível; mas a arte extrapola a corrosão da matéria. A arte embeleza qualquer cultura. Parabéns, Santiago! Você também tem a sua Academia.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Artigo Jornal A RAZÃO - 4 de dezembro de 2015 - Bolinhas Azuis - Giovani Pasini



Bolinhas azuis
Giovani Pasini (professor e escritor)
E-mail: professorpasini@gmail.com

Há algum tempo fui ao banco, com o objetivo de sacar dinheiro.
Na entrada do estabelecimento, uma velha senhora, magra, pedia esmolas para os transeuntes que entravam e saiam do local. Os cabelos brancos contrastavam com a roupa escura, destacando as mãos esquálidas que seguravam uma pequena caneca.
Separei uma moeda de um real, julgando ser o suficiente, para contribuir com a doação. No momento em que me aproximava, antes que ela pedisse algo, um rapaz saiu do banco e impediu, temporariamente, a minha passagem. Num relance, observei-o entregar uma nota de R$ 20,00, como donativo.
Naquele instante, os olhos da senhora brilharam de forma magnífica. Indescritível. Acredito que não era pelo valor do dinheiro, mas sim pela diminuição do sacrifício da espera.
Quando eu abria a porta do banco, ouvi-o dizer: “É para a senhora comer algo...” Fiquei emocionado com a situação. Não somente pelo ato de doação, mas também pela simplicidade que o jovem expressava, na singeleza de sua vestimenta.
Albert Einstein formulou um pensamento que inicia assim “A vida é como jogar uma bola na parede: se for jogada uma bola azul, ela voltará azul; se for jogada uma bola verde, ela voltará verde”. Isso mesmo: se jogarmos uma bola forte, ela nunca voltará fraca. A ordem natural de ação e reação. A vida não possui represas, ou compartimentos (manhã, tarde e noite); ela é fluxo corrente e contínuo. A vida se torna uma consequência de mágoas, perdões, amizades, inimizades, paixões, ódios e tanto mais que o leitor possa pensar.
Não consigo deixar de refletir sobre os conflitos armados que existem na atualidade. Um palestrante, o Prof. PhD. João Figueiredo, da Universidade Federal do Ceará declarou o seguinte: “Não se apaga fogo com fogo. A França deveria estar jogando pães e livros na Síria. Assim quebraríamos o ciclo vicioso”. Entretanto, também não julgo os franceses, pois a humanidade toda está totalmente desorientada.
O Renato Russo, do grupo Legião Urbana, assim escreveu: “Você culpa seus pais por tudo; isso é um absurdo, são crianças como você, o que você vai ser, quando você crescer”. Algumas vezes, aparece aquela impressão de estarmos perdidos no próprio mundo: o que fazer? Como decidir? O que meu pai faria? Surge, então, a sensação de que o tempo irá nos engolir. O chão parece sumir e os pensamentos ficam na superfície, na beira da casca; os olhos percorrem o vazio de ideias.
Contudo, independentemente da dúvida (interior), ainda existem pessoas que precisam de nossa fortaleza, da base concreta e do ombro companheiro. Hoje estamos inseguros, amanhã poderemos ser o exemplo. Hoje podemos culpar os nossos pais; amanhã beijaremos os pés de sua saudade.
Que a busca do bem e da bondade seja o Norte para a nossa consciência coletiva.


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Artigo do Jornal Expresso Ilustrado - Falar Mal é uma Arte - 27 de dezembro de 2015



Falar mal é uma arte
Prof. Giovani Pasini
e-mail: professorpasini@gmail.com


Na contemporaneidade, alguns de nós, humanos, aperfeiçoamos uma antiga ‘arte’ – a fofoca. No Brasil, ela quase está se tornando uma nova profissão: o “falador profissional”, de quem irei traçar um perfil. Na nova atividade técnica, quando você quiser denegrir a imagem de alguém – talvez um inimigo – poderá ligar para o celular, pedir pelo “whatsapp” ou entrar na internet e contratar o “fuxiqueiro on line”. Ele o ajudará a enterrar o nome de seu antagonista, por um valor monetário bem ético. Esse mexeriqueiro, por natureza, tem a capacidade de distorcer qualquer fato; aumentar defeitos de outrem; criar rótulos para os desafetos; talvez usar da máquina pública para aumentar a propulsão de maledicência. Ele, o “falador de carteirinha” é capaz de te jurar lealdade, nesta esquina, e na outra dizer a muitos colegas que odeia o teu individualismo mesquinho. Para qualquer um, conhecido ou não, ele é todo sorrisos. Adora utilizar adjetivos, qualificações, sabendo abusar de qualquer palavra que “enalteça” as características de quem pode lhe fazer algum bem. O artista de ‘sebologia’ não guarda mágoas, quero dizer, não demonstra que ficou magoado. Orgulho não gera lucros; é coisa de gente caturra, teimosa, burra. O fofoqueiro é laborioso eficiente... A língua “mater”, portuguesa, é a principal ferramenta de seu trabalho. Ele escorrega pelas palavras, como lesma gosmenta, em busca de uma “proteção de tela” para as falhas no próprio caráter, dentre elas, a covardia. É “Doutor Honoris Causa”, pela universidade da intriga. Conhece mais os vizinhos, do que a si mesmo. Aliás, este é o principal ditado: “Conhece-te ao outro mesmo”. Nessa nova profissão, digo a todos os leitores, tentaram até criar um Sindicato. Não deu certo... Os possíveis participantes falaram muito mal da iniciativa. Continuam profissionais autônomos, na arte da criatividade destrutiva. Brasilidade revolucionária, em linguagem fenecida.
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