terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O que estou fazendo no restinho das férias?



Após descansar, o que estou fazendo no restinho das férias?
- Curtindo a família, com Karla Pasini.
- Jogando futebol - ganhando e perdendo - do Eduardo Pasini.
- Assistindo desenho, na NET, com Amanda Pasini.
- Encerrando dois livros solos (um deles escrevo a dez anos...).
- Corrigindo o capítulo de um livro de educação, que publicaremos em parceria com colegas da UFSM.
- Ajudando a organizar um livro de Crônicas - no qual terei 3 crônicas - que une escritores de Santa Maria, Santiago e Porto Alegre.
- Escrevendo um texto biográfico sobre o grande Adelmo Simas Genro.
- Auxiliando no livro do amigo Maicon Zauza Pinto Larryrez, que sai no primeiro semestre...
- Reorganizando o programa Santa Maria Argumentos, da TV Santa Maria, junto com André Trevisan, Thais Trevisan, Ademir Lima e Leandro Grazzioli, para bombar no ano de 2015.

****Olha... Acho que estou pronto para iniciar mais um ano de Literatura Brasileira, no 3º Ano do Ensino Médio, do querido Colégio Militar Santa Maria!

sábado, 17 de janeiro de 2015

Aluno do Colégio Militar de Santa Maria é primeiro lugar em MEDICINA/UFSM


O ex-aluno do 3º Ano do Colégio Militar de Santa Maria, RAFAEL FARIAS ficou na primeira colocação em Medicina, na UFSM.

Leia a matéria do DIÁRIO DE SANTA MARIA:
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Vestibular 201417/01/2015 | 12h48

Primeiro lugar em Medicina na UFSM conta como alcançou colocação

Rafael Farias Lukaszczyk, 16 anos, acredita que nota do Enem tenha impulsionado resultado

Primeiro lugar em Medicina na UFSM conta como alcançou colocação Ronald Mendes/Agencia RBS
Na manhã deste sábado, Rafael comemorou a aprovação com um banho de espuma no cursinho onde estudouFoto: Ronald Mendes / Agencia RBS
Com 129 acertos no vestibular e uma média de 774 no Enem, Rafael Farias Lukaszczyk, 16 anos, conseguiu garantir o primeiro lugar no curso de Medicina da UFSM pelo Sistema Universal (sem cota). A graduação foi a mais concorrida do vestibular 2014, que teve os aprovados divulgados na manhã deste sábado.
O estudante do Colégio Militar de Santa Maria conta que sempre teve muita facilidade com os estudos, mas nem por isso desperdiçava horas com as apostilas abertas.
- Estudava de manhã no colégio e de noite no cursinho. De tarde, procurava descansar. Só revisava e fazia mais exercícios em véspera de prova. Nos fins de semana, revisava as matérias que eram mais complicadas para mim - conta o jovem, que foi aprovado pelo processo seletivo Seriado.


A mãe de Rafael, Eliane, relata que o filho sempre foi muito maduro, e que estudar é uma ação muito natural para ele:

- É da personalidade dele aprender coisas novas. Nunca precisei me preocupar com isso, mas sempre tentava ajudá-lo no que precisasse- revela Eliane.
Quanto a escolha da profissão, o novo bixo da UFSM diz que a escolha por Medicina foi feita há quatro anos.
- Quero ser útil para as pessoas, ajudar sempre. E Medicina tem muitas opções de estudo - conta Rafael.

Mulheres combatentes no Exército Brasileiro (com acesso à EsPCEx) a partir de 2017!

Fonte: google imagens

O texto a seguir, transcrevi literalmente do site do CORREIO POPULAR, conforme fonte infracitada. Para divulgação.


Apesar de existir uma corrente contra, sou totalmente favorável a essa ideia. Temos que modernizar o Exército.

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FONTE: CORREIO POPULAR


CAMPINAS

EsPCEx terá as 1ªs mulheres combatentes do Brasil

Hoje, no País, elas só podem trabalhar em funções administrativas ou nas áreas de saúde


28/03/2014 - 14h18 | Raquel Valli
raquel.valli@rac.com.br



A partir de 2017, as mulheres poderão entrar no Exército Brasileiro para atuarem como combatentes nos fronts de batalha. Hoje, no País, elas só podem trabalhar em funções administrativas ou integrando os quadros de saúde (como médicas ou dentistas, por exemplo). Para serem combatentes, elas terão, como os homens, que cursar a faculdade militar, que começa em Campinas na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx). “Todo oficial brasileiro tem que passar por Campinas obrigatoriamente”, explica o coronel Jorge Antonio Smicelato. 

A faculdade fica na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) em Resende (RJ). Só que para entrar, é preciso prestar primeiro o vestibular que dá acesso à EsPCEx - “onde tudo começa”. Ao se formarem na escola, os alunos têm ,então, ingresso assegurado à Aman. 

Na escola campineira, ao contrário do que popularmente se costuma dizer, não há cadetes. Há alunos, que se tornam cadetes, e devem só ser assim chamados quando entrarem na Aman.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Final de férias na minha segunda cidade (natal)

Hoje, posso afirmar que Santa Maria ocupa metade do meu coração.

Se a Terra dos Poetas é sangue - Santa Maria é carne.

Ontem, a tardinha, tomando um chimarrão no parque Medianeira.




sábado, 10 de janeiro de 2015

Artigo do Jornal Expresso Ilustrado - 09 de janeiro de 2015 - Ideologia Burra - por Giovani Pasini

Ideologia burra


Sempre me perguntei: o que leva um ser humano ao fanatismo ideológico, religioso ou político? Difícil compreender, mas simples de aceitar. Acolhemos o fanatismo, com naturalidade, pois desde pequenos, convivemos com isso. Fanatizar, ou seja, excluir algo ou outrem, por algum motivo, faz parte da cultura brasileira e, especialmente, para nós gaúchos. A nossa tradição sulina é baseada numa guerra – a dos Farrapos – (que perdemos), o que nos coloca numa postura caudilha de “enfrentadores”. Por exemplo, no presente, existem defensores (inteligentes) de que o mensalão e o petrolão foram armações e invenções de uma imprensa golpista e de um judiciário vendido. O que nos leva a tal fanatismo ideológico? Não sei, mas aceito. Humberto Maturana, educador chileno, nos diz que existem as discussões lógicas e as ideológicas. As lógicas – sanada a dúvida – acabam-se com as desavenças. Nas ideológicas, infelizmente, não existirá solução, pois o resultado será sempre uma ‘invenção’ forjada pelo inimigo. Isso leva, algumas vezes, à ignorância doutrinada. Assim, humanos continuarão matando humanos; funcionários furtarão instituições públicas, por egoísmo e para partidos políticos; colonizadores e colonizados sempre existirão, às pencas; opressores e oprimidos poderão até mudar de lugar, no contexto social. Um dia opressor, noutro, oprimido. Sendo repetitivo, ainda que intencionalmente: quem serão os opressores atuais? Quais foram os oprimidos do passado? A resposta é dúbia, pois dependerá da sua ideologia, caro leitor. A única saída para escaparmos do retrocesso, está na educação. Ela, veja bem, é muito diferente de ‘grau de estudo’. A educação evita a burrice ideológica, que é tão prejudicial quanto o analfabetismo social. Seja o fanatismo para a esquerda, ou à direita, ele sempre será, na verdade, para trás. 
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