terça-feira, 25 de junho de 2013

Secretaria de Cultura de Santiago - Parte II

Secretaria de Cultura de Santiago

Há duas semanas, no dia 14 de junho, tivemos um debate interessante, a VI Semana Literária. Naquele evento, o jornalista Márcio Brasil retomou uma discussão antiga, que vem de 2009. O Márcio sugeriu que fosse criada a Secretaria de Cultura de Santiago. A ideia foi tão brilhante que eu, a Nivia Andres e alguns dos debatedores complementamos com opiniões favoráveis. Da emoção dos oradores, na paixão pelo tema, restaram algumas certezas. Essas convicções coletivas, colocarei na forma de tópicos, para facilitar o entendimento:
1. os atuais gestores da educação e da cultura (Denise Cardoso e Rodrigo Neres) se empenham no que fazem e são eficientes;
2. contudo, manter a educação ligada à cultura, como secretariado, prejudica tanto uma quanto a outra, pois as necessidades da primeira são notórias, fortes e urgentes;
3. isso já seria uma verdade, se Santiago fosse uma cidade normal do interior, mas não somos;
4. não que sejamos melhores, mas desde 1998,  há cerca de 15 anos (graças ao Nelson Abreu), escolhemos a literatura como bandeira municipal. Somos a terra de Caio Abreu, Oracy Dornelles,  Aureliano Pinto e de tantos outros escritores. A literatura é uma arte e, portanto, cultura;
5. tendo uma Secretaria de Cultura, com verbas próprias, autonomia, seria facilitada a busca por investimentos federal e estadual (LIC), além da parceria com instituições privadas.

Enfim, poderíamos colocar incontáveis itens. O espaço da coluna nos força a terminar. A boa notícia que recebemos, de forma extraoficial, é que o Júlio Ruivo, com a sua perfeita noção administrativa, já está planejando a composição de tal secretaria. Se for verdade, parabéns pela macrovisão. 

Um comentário:

  1. Parabéns, profe!

    ótima construção de idéias.

    abç

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Agradeço o tempo investido nesta comunicação.

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