sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Artigo do Jornal Expresso Ilustrado - 18 de janeiro de 2013 - Sinais - Parte I - por Giovani Pasini


Sinais – Parte I

A vida é um caso muito sério. Ela é desperdiçada, por alguns, ao ficarem hipnotizados pelos problemas diários. Não existe dificuldade que não possa ser transposta! Dois grandes obstáculos, para o ser humano: a perda de um ente querido e, também, as agruras da falta saúde. A experiência nos faz perceber que não há nada melhor do que estarmos todos saudáveis. Uma das coisas que mais nos angustia são os crucifixos à beira das rodovias. Esses sinais representam a dor de muitas pessoas (famigerados desastres automobilísticos). Em Santa Maria, por exemplo, existe um projeto em que são pintadas “borboletas brancas”, no chão das ruas, nos locais onde ocorreram mortes por acidente de trânsito, principalmente atropelamentos. Na segunda passada, ao dirigir o meu carro por uma grande ladeira daquela cidade, pensei: “Esse lugar é propício para um desastre”. Dito e feito... Lá estava mais uma borboleta, outra marca que me entristeceu. Qual a finalidade desse artigo? A presente reflexão serve para ressaltar que o dinheiro, os bens materiais, tudo isso é somente acessório. Relembro, portanto, a ideologia arcádica do “carpe diem”, que significa “viva o dia”. Aproveite a natureza, a espiritualidade, a paixão; faça o que você mais gosta; tente não arrumar tantos inimigos; coloque chá de camomila no chimarrão; abrace seus pais; beije os filhos e cheire os cabelinhos; se puder, perdoe o que parece imperdoável e revogue o irrevogável. Felicidade é sinônimo serenidade. Sereno é o humano de índole pacífica. Paz é sinal de plenitude. Pleno, somente o amor. A vida é um caso muito sério. (Continua).

2 comentários:

  1. Olá Carlos,bonita esta expositiva reflexão. Acontece que discordo da primeira linha; " A vida é um caso muito sério." Carlos vejo a vida assim; somos Nós que a criamos por experiências pessoais e coletivas. Por cada acção criamos um efeito e daí a causa, com ela forçamos outros a seguir ou alterarem o rumo desse ato. Dás, e bem, o exemplo dos acidentes, mas quem criou a máquina? O Homem,continuamos de acordo! Logo o Homem causou o efeito acidente por consequência da compra, causando a morte e outras tristezas, tudo em virtude da sua primeira experiência.

    Foi-nos dada vida por modo a experienciarmos e explorarmos os recursos à Nossa mercê, a Natureza e sua beleza, frutos e ervas medicinais, etc..., mas o Homem alterou-os causando caos que por consequência, adoentou o Globo que, estando muito doente, colocou a própria raça em perigo. A vida ainda é bela, porém poderia ser magnifica.

    Obrigado pelo artigo.
    Abraço

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Antonio!

      Esse seu belo comentário merece uma postagem decente!

      Aguarde um pouco!

      Abração

      Excluir

Obrigado por deixar o seu comentário neste blog.
Agradeço o tempo investido nesta comunicação.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...