quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Uma espiral

Deus existe?
Existe vida após a morte?
Por que somos o único animal que tem a consciência da própria morte?
Por que acreditamos, na maioria, na existência da vida após a morte?
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Temos o direito de escrever e falar tudo o que pensamos?
Temos o direito de não ouvir as respostas para as nossas perguntas?
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Os problemas não se encontram nos urubus, nos corvos, nos abutres ou nas hienas.
O dilema se encontra no odor da carniça. 
O cheiro, apesar de fétido, atrai predadores.
Conseguimos perceber isso?
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A palavra que poetiza é a mesma que malicia.
O ódio tem cheiro?
A morte faz parte da vida.
O esquecimento também.
Ideologia deve surgir de um ideal. Ideias não se copiam; elas se mesclam, se fundem e renascem no novo eu-humano-ser.
Não criamos nada... As palavras são do mundo.
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Dizem, alguns cientistas, que o ancestral do homem foi um comedor de restos. Quebrava os ossos para atacar o tutano, uma das últimas coisas a apodrecer num cadáver.
Dizem, inclusive, que a nossa inteligência surgiu desse fato.
A inteligência nos fez visualizar o amanhã, o que existe detrás dos morros...
Deus seria, então, o tutano?

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