sábado, 14 de julho de 2012

Livros interessantes...

Uma visita na Livraria Cultura, em Recife, ocasionou a compra das duas obras infracitadas, que fiz a leitura na madrugada de ontem. Detalhe, as obras não são extensas em páginas, mas densas em conteúdo.




1. A leitura do "Manifesto Comunista" facilitou a visualização do motivo que levou tantos humanos a matarem outros, em prol de uma ideologia.
Marx e Engels manipularam o pensamento, com maestria, construindo uma filosofia que se baseia na revolução dos oprimidos - o proletariado (na maioria operários, pequenos burgueses e agricultores). O sentimento de revolta possui uma força descomunal, quando adquire a proporção coletiva.

O mesmo fez Hitler - que combateu o comunismo - ao manipular (com o nazismo - extrema direita - na verdade com o Nazifascismo, pois o nazismo foi um tipo de fascismo) a Alemanha e conduzir os seguidores a uma raiva explosiva contra os judeus. O holocausto...

Confesso, caro leitor, que o texto é envolvente, mas causa a raiva contra a burguesia e os "ricos" que dominam a alma de seus funcionários. Isso explica as milhões (bilhões?) de pessoas que foram sacrificadas em nome de um regime que se diz: comum. 

A revolução das palavras que levou à revolta das armas. A morte do outro como seleção natural.


Tal texto complementa as diversas leituras marxistas que já fiz.

PS: pena que o comunismo seja um regime que só funcionaria com os anjos (no céu de pureza) e, como o próprio livro diz: é um sistema falido. 



2. O livro "Os militares: da abertura à Nova República" de Alfred Stepan possui uma tendência "antimilitarista", mas é interessante pelo fato de abranger uma pesquisa histórica, principalmente a partir do governo do Presidente Ernesto Geisel. 
Na obra existe uma pesquisa baseada em entrevistas com o General Golbery, com o General Geisel e aborda os pensamentos dos militares sobre o SNI e sobre a abertura que foi feita pelo Gen Geisel a partir de 1973 até o ano de 1985.


O mais importante da obra é a reflexão de que a Instituição não pregava a opressão, pelo contrário, a abertura permanecia como interesse de Governo, desde o Marechal Castelo Branco (1964). Tenho admiração pelo Marechal Castelo Branco e pelo General Ernesto Geisel, exemplos de personalidade histórica brasileira.

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