segunda-feira, 25 de junho de 2012

Antecipando pensamentos eleitorais - meu dever de cidadão

Olá, caro leitor!
Aqui, quem escreve, é um cidadão.

Algumas pessoas confundem conceitos sobre o posicionamento que um militar deve ter, a respeito da sociedade em que vive.


Nós, militares, não devemos nos filiar a partido político. Também é interessante que não participemos de comícios, manifestações partidárias etc. Isso faz parte da nossa profissão e devemos respeitar. É algo tão intrínseco e que já corre no nosso sangue.

Contudo, não devemos estar alheios ao que acontece no país, no estado e no município (em que vivemos ou possuímos alguma ligação afetiva). Falo isso devido às transferências (por exemplo, sou gaúcho e estou no Pernambuco) que os militares passam pela carreira.

Amo o meu país (Brasil), o meu estado (RS) e a minha cidade natal (Santiago do Boqueirão) - nessa ordem de prioridade. Quero dizer, antes de ser santiaguense, sou brasileiro, apesar de amar a minha terra natal. Isso implica em patriotismo (pátria) e visão "anti-panelismo". Isso acarreta num amor bem mais amplo do que louvar somente o próprio município. Está relacionado, diretamente, com a educação intercultural (baseada no respeito a todas as culturas).

Dentro da ideia da cultura - conhecer a sua terra e cultuar os deveres e direitos - a política deve ser encarada como um dever de cidadania

Nós, militares, somos cidadãos - nós votamos. Um cidadão deve refletir sobre o melhor destino para a sociedade a que faz parte. Ler sobre política deve ser um costume diário. Particularmente, assisto a TV Senado, também pela oratória desenvolvida (trabalhada) de alguns senadores, legisladores do meu país. Na região de Santiago, acompanho os blogs (mesmo a 4.000 km de distância).

Além disso, penso que fora do ambiente da caserna (dos quartéis) devemos debater o assunto (é o que realmente acontece), inclusive para cobrar providências sobre a manutenção da localidade (sociedade) que engloba o "público", do qual também fazemos parte. Ser cidadão não é isso?


Essa visão de interação social é o motivo de antecipar o meu pensamento, fruto das diversas prévias que ocorreram na minha cidade natal, Santiago do Boqueirão, no final de semana passado. Julgo que temos que acompanhar a transição que ocorrerá no executivo e legislativo, no presente ano. 
Independentemente de partido, admiro alguns poucos políticos no nível nacional, dos quais cito o Senador Cristovam Buarque, que trabalha a educação. 

Dentro de nossa região - não temendo qualquer resultado, visto que não necessito de enlaces, pela profissão que possuo - admiro o trabalho e apoio a continuidade (reeleição) do prefeito Júlio Ruivo.

Júlio Ruivo - fonte: blog do João Lemes

O meu apoio ocorre devido a sua visão sobre a cultura (cito, também, o Rodrigo Neres e toda a equipe da estação) e o trabalho na educação (ressalto o trabalho da professora Denise Cardoso e da SMEC). Aliado a isso, conheço o Ruivo desde que era vereador e morava na frente do prédio dos militares, ali perto da praça. Conheço o candidato: fator importante para qualquer decisão.


Santiago está bem governada, principalmente em relação aos diversos macroprojetos para o futuro, analisando a administração municipal (e não qualquer partido, deixando claro que falo da administração e não de qualquer sigla - princípio de isenção). A cidade necessita dessa visão futura (projetos) e o Júlio Ruivo é um técnico, projetista nato. Ele segue a linha do Chicão (falecido), sendo notório o crescimento do município nos últimos 10 a 12 anos.

Essa postagem é uma expressão de opinião e cada um pode ter a sua. A minha família (eu, esposa, mãe, sogros etc.) já temos a ideia definida, mesmo antes da campanha eleitoral, até pelo motivo de que discutimos o assunto. Dificilmente iremos mudar de ideia, pois estamos satisfeitos, repito, com a atual administração municipal.


Erros ocorrem e ocorrerão em qualquer administração (pública ou privada).
Algumas vezes, em Santiago, RESSALTAMOS os defeitos e esquecemos os acertos. Costume de cidade pequena, que será supervalorizado no período eleitoral, onde a proximidade das pessoas facilita a análise crítica do outro - não é maldade, mas proximidade (diferentemente das cidades grandes).

Na política, nunca ocorrerá uma unanimidade. 
Isso é o belo na democracia. 
A expressão dessa opinião não desqualifica qualquer outro concorrente. 

Afinal, como dizia Leonardo Boff: "Todo ponto de vista é a vista de um ponto".


Apresento, sem receio, o ponto de vista do lado de cá.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por deixar o seu comentário neste blog.
Agradeço o tempo investido nesta comunicação.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...