quarta-feira, 30 de maio de 2012

Reflexões literárias e (des)construções poéticas




Estou muito feliz com a época atual de minha vida.

Nos últimos quatro meses tenho realizado um estudo profundo sobre a literatura brasileira e portuguesa. Estudei literatura nas obras do Alfredo Bosi, José de Nicola, William Cereja e Thereza Cochar, Moisés Massaud, Maria Luiza Abaurre e Marcela Pontara, entre outros.

Confesso que há pouco tempo eu achava que tinha um bom conhecimento sobre livros e autores. O fato de gostar de ler, de participar de uma sociedade literária e de ter feito uma faculdade de letras fomentavam essa impressão errônea (que não era tão arrogante).

Lembro do Alessandro Reiffer, nos bons tempos de nossos cafezinhos no Centro Cultural, dizendo que a melhor forma de aprender a literatura era o autodidatismo. Sem dúvida, o Alessandro é uma referência na produção literária notívaga.

A verdade é que aumentei significativamente o meu conhecimento sobre a literatura brasileira. Isso ocorreu na prática, num estudo prazeroso e solitário, com o apoio da família. Aliás, disso eu nunca poderei reclamar – o apoio da família.

Sempre achei que nasci para ser militar. Contudo, duas outras vertentes (profissionais) surgiram na minha vida: docência e a literatura.
Numa escala de prioridades posso dizer que, hoje, a que está em primeiro “são as três”; quero dizer, adoro o Exército – a sala de aula – e a escrita literária.

A pena, o papel, a caserna e o quadro de giz.

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