domingo, 22 de abril de 2012

Sobre crianças índigo - mensagem da Iara Peixoto


Recebi um e-mail da Iara Peixoto. Ela repassou um artigo que complementa o assunto "crianças índigo" e faço questão de repartir com os leitores. Leia a mensagem da Iara e veja o artigo.

Iara Peixoto escreveu:

"Muito interessante o assunto publicado pelo Júlio Prates sobre as "crianças índigo". Já havia lido sobre o tema numa entrevista da antropóloga Noemi Paymal, cujo comentário de uma amiga e colega te envio em anexo. Podemos ver que já há educadores preocupados com o novo tipo de crianças que a modernidade está produzindo. Abraços."
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Outro exemplo são ações como a da antropóloga francesa Noemi Paymal, criadora da “Pedagogia 3000”, que propõe um sistema educacional ajustado ao comportamento e às habilidades das crianças de hoje, atendendo às suas necessidades reais e não às que os adultos pensam que elas têm. Quando esteve em Porto Alegre, no Seminário Internacional Pare e Pense, no mês passado, Noemi   foi entrevistada por Fernanda Zaffari, do jornal ZERO HORA. Morando há anos na Bolívia, ela trabalha há 25 anos em diferentes países da América Latina, em áreas como a da educação alternativa e desde 2001 começou a trabalhar com crianças e jovens que denomina “de terceiro milênio”,  atualmente 80% dos alunos. Noemi considera estas crianças como mais maduras, mais precoces, muito rápidas e multilaterais, podendo aprender várias coisas ao mesmo tempo.Com sua experiência de tantos anos, ela concluiu que as escolas nos moldes atuais   não estão capacitadas para atender  uma geração com essas habilidades e comportamentos.
                  Para definir estas crianças, alvo de sua filosofia de ensino, Noemi usa o termo “Geração Índigo”. Este termo foi usado pela primeira vez pela pesquisadora americana Nancy Ann Tappe e apresentado internacionalmente por Lee Carroll e Jan Tober, americanos que escreveram o livro “Crianças Índigo”, já traduzido para o português. Tais crianças teriam características físicas, psicológicas e espirituais diferentes das gerações anteriores.
                ...  “São crianças com capacidade para captar informações de diferentes dimensões de consciência, ao mesmo tempo, e capacidade de fazer coisas diferentes, ao mesmo tempo, o que não pode ser confundido com distração ou déficit de atenção, alerta a antropóloga.
(PAYMAL, Noemi. Para ensinar o futuro. Revista Donna/ ZERO HORA: 06/06/10, pág. 8 e 9)

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