terça-feira, 6 de março de 2012

Reflexões sobre INFINITAMENTE MULHER


Infinitamente Mulher

Algumas pessoas afirmam que o tempo não existe. Ele se resume numa convenção, medida por relógios e datas (dias, meses e anos). Uma ilusão humana, para ficarmos situados no tempo (e espaço). 

Pensar sobre a própria existência está ficando fora de moda. Não gosto de ser nostálgico; no máximo busco ser saudosista. Uma época nunca é melhor que a outra – elas são apenas diferentes. Contudo, a sociedade brasileira, perdida nos seus quase 200 anos de Independência (1822), sobrevive sem rumos ideológicos bem definidos. A colonização europeia, com a sua sociedade patriarcal, arraigou costumes e hábitos puramente machistas. A própria Língua Portuguesa é machista (João e Maria foram ao cinema. Eles assistiram um filme). A desorientação histórica ocorre, também, pelo individualismo de alguns governantes, que utilizam a máquina pública para interesses particulares. O povo brasileiro é boníssimo e inocente. Entretanto, penso que o nosso destino está se modificando – o futuro será melhor que o presente – com uma maior influência feminina. 

Em Santiago, gostaria de parabenizar as 55 mulheres que participaram da antologia organizada pela Casa do Poeta e o Centro Materno Infantil. O lançamento ocorrerá no dia 8 de março, às 20h, na Estação do Conhecimento e merece ser prestigiado. A literatura faz parte da vida e vice-versa. 

Numa cidade como Santiago, uma obra como essa é um grande feito. Parabéns aos organizadores, representados por Márcio Brasil e Giselle Kolinski Ribeiro

A mulher ajudará a sociedade a reencontrar um bom caminho. Infinitamente melhor. Infinitamente Mulher.

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