quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Artigo para o Jornal Expresso Ilustrado - Reflexões Natalinas- 23 de dezembro de 2011, por Giovani Pasini


Reflexões natalinas

Estamos nos aproximando do Natal, data de comemoração em família. Aparecem, nessa época, os defensores e os acusadores da tradição natalina. Para o nascimento de Jesus, dizem os críticos, o dia 25 de dezembro é apenas a incorporação da comemoração do “deus Sol”, da Roma antiga, com o objetivo de não afetar o calendário daquele Império. Pode ser. Já o Papai Noel, na visão dos perseguidores, teve sua primeira imagem publicada em 1863, na revista Harper´s, de Nova York, com a influência da lenda de Santa Claus. No natal de 1930, o desenhista Habdon Sundblom vestiu-o com as cores da Coca-cola e a famosa barba branca, para aumentar as vendas. Ponto negativo para o velhinho. Outros, algozes, acusam a época de ser apenas um “delírio de consumo” capitalista. Respeito todas as opiniões. Contudo, prefiro observar o Natal pelo olhar de criança. Recordo as reuniões da infância, em torno de meu pai e mãe, onde as músicas e o carinho “pairavam” no ar. Lembro que ficava olhando para o céu, nos sonhos de menino, em busca do trenó e do bom velhinho. Imaginava a “fábrica de brinquedos” e todos os duendes construtores. Tentava ficar acordado, até tarde, para receber o presente. Corria, junto de amigos e primos, pelo pátio de casa, em busca dos “tesouros” escondidos. Naquela época, eu não sabia o que era dinheiro ou ideologias. Enfim, para qualquer criança, de todas as idades, não importa quem inventou a brincadeira, se ela é real ou não: o que importa é brincar. Ho, ho, ho! Feliz Natal!

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