quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Relembrando convicções... (meu mundo de Santiago / Santa Maria)

A arte é livre para ser construída,
com erros ou acertos.

A técnica, em qualquer arte, é construída durante a própria existência, o que expulsa o medo de tentar.

A arrogância de alguns críticos só serve
para encher latas de lixo.

A arte é livre para emocionar
e ser emocionada.

A vida é agora, portanto retire os seus textos
de dentro da gaveta.

Plágio é utilizar as mãos como câmera fotográfica;
na verdade, somos como "liquidificadores" de conhecimento.

Não existe ninguém original;
os mais originais da história, utilizaram da sociedade para construir os pensamentos magníficos.

Os defeitos e as qualidades é que delimitam a nossa personalidade.

É fácil falar, criticar, zombar de sonhos. 
O difícil é "calar a boca" e tentar contribuir para o crescimento.

Toda escrita é livre;  a leitura que é seletiva.

Você pode querer transmitir conhecimentos, ou debater ideias.
Contudo, é normal existirem pessoas que desejam esquecer ideias e combater pessoas.

Algumas vezes a literatura te faz pagar micos: você quer falar e os outros não desejam escutar.

Julgar-se certo ou errado é uma decisão transitória. 
A saudade tudo esquece e o ódio se transforma em cinzas, no silêncio.

A indecisão, dizem os militares, é pior que uma decisão errada.
A fofoca, dizem os fofoqueiros, é o melhor esporte para a língua.

Encerrando: o período que passamos na Casa do Poeta de Santiago, lembrou a Semana de Arte Moderna (1922), algo assim: "Nós não sabíamos o queríamos, mas tínhamos certeza do que não desejávamos."

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