sexta-feira, 24 de junho de 2011

Os livros são uma realidade...

Imprensa antiga

Os livros impressos surgiram de uma invenção de Gutemberg, na segunda metade do século XV. Essa ideia possibilitou a impressão, de forma rápida, de livros e jornais.
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A partir daí, os livros se tornaram uma realidade mundial, principalmente em virtude do surgimento da burguesia e do capitalismo
A burguesia (burgos - muros das antigas cidades) passou a ter o dinheiro -  o que favoreceu o pagamento do estudo. Em resumo, um mercador (burguês) analfabeto, passou a pagar o estudo para os filhos, o que anteriormente era privilégio da nobreza e do clero (feudalismo).
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Nos inúmeros séculos (cerca de cinco) e anos que se passaram entre a invenção da imprensa (XV) e a atualidade (XXI), a literatura passou a ser universalizada, ou seja, com um acesso maior da população.
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Na Idade Média (século V a XV), por exemplo, somente de 2% da população era alfabetizada e, a imensa maioria dessa porcentagem, era composta por homens. 
Na literatura trovadoresca de Portugal (segunda metade da Idade Média) não existe a publicação de cantigas escritas por mulheres (nos cancioneiros - junção de cantigas).
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Com os avanços tecnológicos, a publicação de livros se tornou mais fácil. Na atualidade, no mundo, é o momento que mais se publica livros.
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Passando para a nossa realidade, deve-se ter muito cuidado ao afirmar que uma pessoa não lê.
Pior ainda, quando se diz: pessoas que não têm o hábito da leitura.
Afirmar isso, dessa forma, é invadir a privacidade alheia, sem ter a convivência necessária para isso. Na verdade, chega a ser um desrespeito, tendendo à ignorância (talvez letrada). 
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O Brasil possui cerca de 10% de sua população analfabeta (não contando os analfabetos funcionais), o que gira em torno de 15 milhões de pessoas, de um total de 150 milhões (percentual ainda alto).
Contudo, a leitura faz parte da vida.
Há a necessidade de influenciar (positivamente) para a leitura de livros (leitura lenta).
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Contudo, uma coisa é certa: ódio gera ódio; rancor produz rancor; invasões promovem invasões.
Não existe crítica positiva. Toda crítica quer destruir algo ou alguém.
Portanto, ao invés de dizer que o trabalho está ruim; sugiro que o leitor auxilie, de alguma forma, na melhora da qualidade da obra.
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As palavras são tiros de armas.
Elas também podem ser pétalas de flores.
Basta escolhermos qual emprego queremos dar para elas.
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Outra coisa, como o blog é meu, posso entrar na minha esfera particular: nunca pretenderei ser um "etimólogo", ou mesmo um catedrático da Língua Portuguesa, até por que tenho dificuldade na inteligência lógico-matemática (que conduz o processo de memorização das regras gramaticais). Por isso sempre amei a literatura, onde consigo realizar a releitura da vida de grandes artistas. Se isso ficar claro, talvez evite ofensas futuras. Portanto, esforço-me para aprender o português, sem apreender o dicionário.
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Recomendo a leitura da teoria das "bolinhas azuis" de Einstein, para entendermos a ação e reação de todo o mundo.
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Ah!
Encerrando essa postagem...
Irei lançar, dentro em pouco, um pensamentos sobre a razão e a emoção, baseado em alguns teóricos (que eu li).
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Se discorda de mim, talvez em algo, deixe o seu comentário. Se concorda, deixe também.
Abração! 

2 comentários:

  1. Oi Giovani,
    Me sinto muito honrada por seguires
    o meu blog, obrigada!!!
    Falando em impressão , lembrei-me do meu
    nome Buchholz( livro de madeira)parece que
    pessoas entalhavam as notícias na madeira
    e quem tinha essa profissão recebeu esse
    sobrenome, acho isso muito interessante.
    Parabéns pelos livros publicados, bela conquista.
    abraço


    sobrenome

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Obrigado por deixar o seu comentário neste blog.
Agradeço o tempo investido nesta comunicação.

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