quarta-feira, 15 de junho de 2011

Artigo Expresso Ilustrado 16 de junho de 2011 - Dia dos Namorados - por Giovani Pasini

O Dia dos Namorados causa variados sentimentos nas pessoas. Os que estão namorando, geralmente, adoram. A data marca a troca de presentes e a exaltação do romantismo do casal. Os solteiros convictos sentem o prazer da liberdade, escapando dos gastos que a data favorece. Escutamos brincadeiras como “Se o Dia é dos namorados, a Noite é dos solteiros”. Contudo, esse pequeno artigo é construído para quem possui companheiro(a). A Martha Medeiros escreveu que “Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, se veste bem e é fã do Caetano. Isso são referências, só. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá ou pelo tormento que provoca.” Concordo com a cronista. O amor é bem diferente da paixão. Quem ama não tenta alterar, constantemente, os hábitos do outro. Na verdade, estar amando é compreender que o companheiro nem sempre será aquele(a) artista de cinema, de cabelos arrumados e continuamente sorrindo. Sentir-se amado, por exemplo, é buscar mudar os defeitos, para nivelar um relacionamento. Amor é pele, cheiro, olhar, segredos, brigas, conversas, sorrisos, parceria. Amar é viver o agora, como se fosse o sempre. Namorar é bom, definitivamente. Não tem nada a ver com hierarquia, posse ou poder: eu te amo, então você é meu (minha). Namorar é compartilhar o reino de Afrodite. Para Rubem Alves é deixar as gaiolas de portas abertas. Acho que é tudo isso: namorar é a melhor imperfeição, em retalhos (e atalhos) dos momentos mais perfeitos de nossas vidas. Feliz dia dos namorados!

Um comentário:

  1. Olá,
    O amor nos alcança...
    Ele não deveria ser expressado num dia apenas...
    Abraços fraternos de paz

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