segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Artigo para o Jornal Expresso Ilustrado - 26 Nov 10 - Quem um dia irá dizer?

Não existe razão nas coisas feitas pelo coração? O grupo "Legião Urbana" cantou essa ideia, na música "Eduardo e Mônica", um dos sucessos da nossa MPB. O "coração imaginário" - centro das emoções humanas - está escondido dentro de nosso cérebro, em alguma parte cientificamente comprovada. Contudo, a paixão e o amor possuem algo de etéreo; elas extrapolam qualquer compreensão. Não tenho como escapar de escrever, novamente, sobre a 12ª Feira do Livro de Santiago. O sucesso de um evento literário como esse é marcado por diversos fatores, tais como: a participação do público e de escritores, a venda significativa de livros, os debates literários, a diversão aliada à cultura e a discussão sobre projetos que possam melhorar uma cidade. No final de semana passado vimos tudo isso e muito mais - a demonstração de paixão e amor, que brotou do "coração imaginário" dos organizadores, apoiadores e visitantes. No fim acabei tão envolvido por essa magia da "Terra dos Poetas", que não percebi o tempo passar. O "borbulhar das letras" foi tão intenso que até consigo imaginar o Caio Fernando Abreu cantando, junto do Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?"

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