terça-feira, 21 de setembro de 2010

Artigo para o Jornal Expresso Ilustrado - 17 Set 10 - Dragões sem cabeça

Sobre a minha escrivaninha estão dois livros do Caio Abreu e um da Martha Medeiros. Revezo-os por opção, colhendo ensinamentos. Na obra Ovelhas Negras de Caio, surge o seguinte pensamento, do I Ching, "Aparece uma revoada de dragões sem cabeça". Tal aforismo leva a uma reflexão básica: a maioria de nossos problemas não está do lado de fora, mas dentro de nosso cérebro. São os "dragões sem cabeça" que atormentam bem mais, do que fazem mal. Essa ideia se aplica a tudo: amor, finanças, trabalho, entre outras coisas. A revoada dos "dragões sem cabeça" é encontrada até quando o assunto é literatura. Martha Medeiros, na coletânea de crônicas Coisas da Vida, afirma que é "Impossível deter o desenvolvimento de lugares e pessoas". A humanidade evoluiu e Santiago veio junto, não adianta tentar impedir o tempo. Portanto, esqueça o "não escreve que você não tem capacidade"; fato defendido por alguns críticos "lesados" que se perdem no próprio racionalismo. Só aprende quem pratica - e muito. Alia-se, a isso, a inspiração e a conexão com a "essência". Inicie agora, retire a sua obra de arte da gaveta e divulgue para todos! O que você tem a perder? As palavras escritas é que são imortais. Afinidades, de Therezinha Tusi, por exemplo, tornou perene a minha alma e afastou dragões indesejados; principalmente aqueles sem cabeça.

Dedicado à imortal Therezinha Tusi

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