quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pensorragia - Pensar é um ato "impensado" - Não é atributo exclusivo aos filósofos

Beethoven


O ato de pensar faz parte do ser humano.
Ele não deixa de existir, ao menos até o dono do pensamento também desaparecer.
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Quero dizer, nós pensamos, querendo ou não. Não conseguimos deixar de criar raciocínios lógicos.
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Apesar de alguns dividirem a qualidade do pensamento, incluindo a cultura, os hábitos, o desenvolvimento do QI, do QE e das Inteligências Múltiplas como diferenciais (em outros) na arte de pensar – todos pensamos...
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Esse argumento acaba com o – EU SOU DIFERENTE, POIS DISCORDO.
Portanto – “não é só você que pensa, meu rapaz...”
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O ato de discordar é inerente ao pensamento. Toda a tese terá a sua anti-tese, ou seja, antítese.
Então, incluam-se os filósofos, teólogos e todos os “sofos” e “logos” que existem. Também os analfabetos e humildes.
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Basta o ato da comunicação.
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Basta o ato da comunicação para existir a discussão.
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Penso, logo existo.
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Existo, logo discuto.
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Enfim,
Acho que Beethoven discordaria dos “Bailes Funks”.
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Será?

3 comentários:

  1. Quem sabe, talvez o Beethoven desse uma de penetra e brincasse até o dia clarear. Rsrs.

    Belo texto.

    Abraços,

    Furtado

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  2. Texto dos bons, ameeeeeeeeeeei.

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  3. Existe uma diferença no pensar e no Pensar, um deles é reflexivo, o outro não.

    De modo simples dizendo, o não reflexivo faz a pessoa agir sem antes pensar, sem parar pra refletir, sem indagar ou questionar os outros e a si mesmo.

    O auto conhecimento é pensar e isso não está diretamente ligado a capacidade intelectual, muito menos ao "nível" da inteligência da pessoa.

    Inclusive, na sociedade atual, as pessoas estão cada vez mais parecidas com máquinas, agindo mecanizadas invés de pensar.

    O sistema exige tanta eficiência e ocupa o tempo que não dá mais tempo para pensar.

    As pessoas andam ligadas no "automático".

    Beethoven não perderia o tempo abordando conceitos sobre o baile funk, pois ele produzia obras primas da música. Não era um crítico, muito menos um pensador, era um romântico.

    Baile funk está longe de ser arte, é apenas entretenimento por entretenimento.

    Não sei aonde o baile funk se enquadra nessa abordagem a respeito do pensamento, pois é apenas uma manifestação da cultura popular propriamente dita.

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Obrigado por deixar o seu comentário neste blog.
Agradeço o tempo investido nesta comunicação.

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