segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O valor de um "não pensamento"

Foto retirada da internet

Algumas vezes ficamos sem saber o que dizer.
Os assuntos fogem de nossa mente.
Vou deixar "os dedos" agirem um pouco...
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Existem dias que o "sentir" vale mais do que "pensar".
Refiro-me às sensações mais básicas, das quais eu cito:
- colocar os pés na grama;
- passear com o cachorro e os filhos;
- comer um fruta direto da árvore; e
- falar com a companheira (o) sobre as bobagens do dia-a-dia (sem pensar).
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Estava com uma grande vontade de "postar" no blog,
mas não sabia o que dizer.
O meu dia - iniciou com trabalho -
e encerrou com passeios e pés descalços na grama.
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Em relação ao trabalho, tenho um conselho:
faça tudo que achar correto,
seguindo a consciência tranquila.
O maior objetivo é manter a honestidade,
tentando não prejudicar ninguém.
Obviamente, o "tentar" não significa agradar a todos,
pois isso é impossível.
A única pessoa que temos que agradar
- somos nós mesmos -
a horizontalidade serena, do sono bem tirado.
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Não existe dinheiro que compre a calma fornecida pela liberdade moral.
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Essa liberdade facilita o "não pensamento"
e nos remete
à possibilidade das sensações fornecidas
pelos seis sentidos:
visão, fato, olfato, paladar, tato e transcendência.
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A comunhão com a natureza: o valor de um "não pensamento"...

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