quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A lágrima finita e o tempo infinito...

O ser humano não vive, na sua maioria,
da forma como os deuses pensaram.
(Digo "deuses" por que cada um tem o seu (d)Deus)
O planejamento divino não abarcou tamanha ignorância.
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Nos detemos a pequenos problemas,
ínfimas dificuldades do dia-a-dia,
e deixamos de viver.
Apenas sobrevivemos...
===
Os distúrbios afetivos confundem a linearidade do tempo.
Lágrimas parecem ser infinitas,
dores inacabáveis,
mágoas (ofensas) em cataclismas,
pressões de Tsunamis.
Enfim, o tempo se esvai nas controvérsias mundanas.
===
Cabe pensar, caro leitor,
que os rancores e as lágrimas são finitos
e o que perdura
é a eternidade constante do tempo.
===
Que bom que o amor próprio faz parte de nossa vida...
Afinal, se não amarmos a nossa personalidade,
quem amará?

2 comentários:

  1. Adorei o texto,gosto de pessoas com personalidade forte,não devemos mudar por inteiro,apenas se necessário .

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  2. Olá, procurei no google mesmo o teu blog!

    Achei interessante a questão do infinito (ou multiplas possibilidades). É legal percebemos que não há uma única rua a ser seguida.

    Até mais

    ResponderExcluir

Obrigado por deixar o seu comentário neste blog.
Agradeço o tempo investido nesta comunicação.

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